da população brasileira aposta em bets — são 25 milhões de apostadores ativos.
Governo Federal / Banco Central, abril de 2026
Você sairá da imersão preparado(a) para avaliar pacientes com vícios em Bets — tendo em mãos um protocolo de anamnese, um roteiro de entrevista e um diário de rotina para o seu paciente.
O lote zero pode virar a qualquer momento.
Você assente. Anota algo no caderno. No fundo, você não sabe o que perguntar a seguir.
Você não tem um instrumento. Não sabe se aquilo é Gambling Disorder ou comportamento de risco. Não sabe se TCC ou Psicodinâmica responde melhor àquele caso. Não sabe se encaminha para outro profissional ou se assume sozinho(a).
Você conduz a sessão de maneira adequada, porém genérica. A mesma escuta que você daria para um caso de ansiedade. A mesma intervenção que você daria para qualquer outro vício.
Esta é a cena que se repete em consultórios pelo Brasil inteiro. A indústria das bets cresceu mais rápido do que a sua formação. E a demanda por atendimento só aumenta.
"Fiquei sem saber o que fazer. Não tinha nem instrumentos para avaliar."
Frase literal de uma psicóloga numa supervisão recente
da população brasileira aposta em bets — são 25 milhões de apostadores ativos.
Governo Federal / Banco Central, abril de 2026
maior mercado de apostas do mundo. R$ 22 bilhões faturados pelas bets em 2025.
Regulus Partners, via BBC News / Senado Federal
dos pacientes que procuram tratamento no PRO-AMJO (IPQ-USP) têm ideação suicida.
Metrópoles; Radis/Fiocruz, 2025
de beneficiários do Bolsa Família enviaram Pix para empresas de apostas.
Análise técnica do Banco Central / Senado Federal, 2026
O sistema público não dá conta. Os ambulatórios fecharam triagem. A demanda saiu na frente da formação — e quem chegar primeiro vai atender.
Existe uma oportunidade clínica concreta aqui — e poucos profissionais estão vendo. Quem se posiciona agora, ocupa o espaço em três frentes (consultório, escola, empresa) enquanto a concorrência ainda está descobrindo que o nicho existe.
A Lei 14.790, que regulamentou as apostas online, é de 2023. As bets só começaram a operar comercialmente em janeiro de 2025. A maioria dos cursos de Psicologia foi estruturada antes disso — e segue ignorando o tema. Não é culpa sua. É lacuna do sistema.
Existe um curso gratuito do governo (Ministério da Saúde / Fiocruz). Ele te ensina a abrir a porta. Não te ensina o que fazer depois que o paciente entrou. Acolhimento não é tratamento.
Sem protocolo de condução, sem repertório de prevenção de recaída — você está ouvindo, não conduzindo. O paciente sente isso na primeira sessão.
Existe material acadêmico vendido por R$ 800. É EAD assíncrono, sem aulas ao vivo, sem supervisão de casos. Vira ícone esquecido no computador. Não qualifica o seu manejo clínico em bets.
Dois blocos no mesmo sábado, transmitidos pelo Zoom. Não é live de divulgação. Não é palestra motivacional. É conhecimento clínico aplicado — com material que você usa no consultório na semana seguinte.
Bloco I — Conceito e Avaliação Clínica em Bets
Bloco II — Instrumentos, Intervenção e Pós-dependência
"A primeira sessão é crucial para demonstrar domínio do repertório técnico. Quem improvisa perde o paciente na segunda semana."
Glaucia Luiz (CRP 06/134954, IPQ-USP)
Pesquisador, professor e palestrante na área das dependências tecnológicas
Pioneiro na criação e coordenação do primeiro Curso de Especialização em Dependências Tecnológicas no Brasil, junto ao MEC.
PhD na área das Ciências Humanas, Interação Humano-Computador, foco no desenvolvimento humano na interface com o digital. É Pós-Doutor em Educação Digital (2021) e Pós-Doutor em Inovação, Design e Tecnologia (2019) e possui mais de 38 artigos científicos e dois livros publicados no Brasil e em Portugal.
Dr. Ygor Corrêa e sua equipe de profissionais da saúde mental capacitam profissionais da saúde para atuarem na área das Dependências Tecnológicas, a partir de estudos e práticas baseadas em evidências científicas, produzidas pelas melhores universidades brasileiras e internacionais.
CRP 06/134954 · Especialista em Dependência Tecnológica (UCS) · Aprimoramento IPQ-USP
Psicóloga e professora. Especialista em Dependência Tecnológica: intervenções multidisciplinares (UCS) e mestra em Letras (FFLCH-USP). Graduada em Letras pela mesma instituição. Bacharela em Psicologia (Centro Universitário Padre Anchieta), com formação em Neuroaprendizagem e aprimoramento em Transtorno do Controle do Impulso — Dependências Comportamentais (IPq-USP).
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"A indústria das bets não vai até o usuário. Ela invade. E o profissional clínico ou está preparado, ou improvisa quando o paciente entra na sala. A gente chamou esse sábado de Imersão Clínica em Bets porque é exatamente isso: imersão. Vem com o caderno aberto."
Ygor Corrêa